Sunday, July 29, 2012

Multiopticas Forum Almada dispensa clientela


Fui tão mal atendido na Multiopticas do Almada Forum que pondero fazer uma reclamação contra a funcionária.

Primeiro, a atitude sobranceira. Depois, foi analisar as dioptrias dos meus óculos para referência para as novas e fez mal o trabalho. Tenho dioptrias diferentes em ambos olhos e ela traz no papel que são iguais. Referi isso e a resposta "foi o que a máquina assinalou".

Pedi para saber a diferença de preço entre as lentes Essilor e Zeiss e ela disse que me aconselhava espessura reduzida e deu-me os preços do modelo mais caro de todos, sem mais nenhuma opção, de apenas de uma das marcas, e perguntou-me se podia ajudar em mais alguma coisa.

Naturalmente, respondi "Já estou assustado que chegue" e saí porta fora. Devia ter dito "... com a sua incompetência".

Tinha acabado de sair da GrandOptical, onde fui muito bem atendido, apesar de ter recusado directamente fazer ficha com eles antes de decidir se me tornava cliente. Fizeram um exame correcto às minhas dioptrias, deram-me os preços das lentes Essilor e Zeiss de duas espessuras diferentes (em situação nenhuma as mais caras), pedi os preços das lentes da casa e também me deram, e ainda me fizeram 15% sobre o preço de catálogo, coisa que a Multiopticas não fez (mas isso são campanhas).

Claro que, depois de a terceira loja do Forum (Mais Optica) me dizer que não faziam desconto a lentes quando a armação não era lá comprada, voltei à GrandOptical e tornei-me cliente. Ainda me fizeram um exame optométrico, completo e profissional, por uma colaboradora simpática e atenciosa (Dra Ana Pereira).

A funcionária da Multiopticas, cujo nome é Carla Silva e tem um ar oriental, foi incompetente e o oposto de prestável. Quanto aos exames optométricos, que permitiriam avaliar se as minhas dioptrias se mantinham iguais às das lentes usadas (e já compradas há alguns anos), teriam de ser efectuados por uma outra funcionária, que já encerrara expediente e só voltava no dia seguinte (eram 17h30).

Multiopticas no seu melhor.

Cozinhas?

- Também cozinhas? Está cada vez melhor.
- Cozinho, lavo, limpo, passo a ferro e ainda sei mudar fraldas. Hás-de ver-me de avental.


Não sei mudar fraldas. Espero nunca vir a fazê-lo. Não sei porque digo estas coisas...

perfect date


boys who like girls who like boys who like girls who pee standing up


pura verdade

escolhe à vontade

Sou eu!

Friday, July 27, 2012

Cozinhar depois de férias

Depois de 15 dias sem cozinhar, a cozinha é assoalhada non grata. Uma sanduiche está muito bem.


malas para que vos quero

Detesto desfazer malas. Já estou a ver roupa espalhada pela casa durante semanas...


Monday, July 23, 2012

boas memórias

Recordo as coisas boas, porque as más já basta tê-las vivido.



saia na saída

Quem dera houvesse um GPS com a tua voz. Punha-o debaixo da almofada e mandava-o para longe.



Saturday, July 21, 2012

Arde, Inferno, Arde

Se Deus se ralasse (ou existisse), não faria chover onde grassam incêndios?

Friday, July 20, 2012

Batman Where Art Thou

Em Aurora, no Colorado, a estreia de Dark Knight Rises foi manchada por 12 mortos e 59 feridos. Se havia um novo vilão na vizinhança, onde estava o cavaleiro negro quando era preciso?


O gelado e a lua

No pré-pagamento da gelataria:
- Vais oferecer-me um gelado?
- Sim, um gelado e a lua.
- Então, vou poder dizer que é minha?
- E quem ta ofereceu.


Wednesday, July 18, 2012

Not from strangers

A última mulher a quem ofereci o coração não aceitava presentes de estranhos.



Tuesday, July 17, 2012

smile

Conselho de terceiro a amiga desanimada
- Devias sorrir mais, porque tens um sorriso muito bonito.

O meu conselho:
- Devias sorrir mais, porque isso faz maravilhas a quem te vê sorrir.


Sunday, July 15, 2012

a minha sereia

Penso em ti a cada braçada, como se nadasse ao teu encontro.


GQ com Bárbara Guimarães - edição peso pesado...





Bárbara Guimarães é a capa da GQ de julho/agosto 2012... mas uma dieta vinha a calhar

Minus Celsius

Ricardo Moura em Vilamoura. Mar estreado. Gelado. Ainda falo do mar.


gostos

Às vezes tenho a nítida sensação de que só passam a música que eu gosto em minha casa...


Friday, July 13, 2012

Prof Dr Relvas

Para ser Prof. Dr. Miguel Relvas, deve ter-lhe faltado só um crédito ou dois.

sapatilhas é para o ballet

Eu uso ténis em todos os desportos.



organização

Tais pais tais filhos o caraças. Os meus pais têm as malas prontas com dias de antecedência e eu ando a passar a roupa a ferro, horas antes da viagem...

Wednesday, July 11, 2012

friendly advice

Friend: You sting too much, too hard and sometimes too far.
Me: I don't sting when i'm in love. As long as the idylic cloud lasts, i'm as sweet as a baby lion.

On the subject of dating

I always ask myself::
1 - Will I be able to pull it off? 
2 - For how long? 
3 - How fast will I lose interest?
4 - Will she beat me to it?


vida

"A VIDA DÁ MUITAS OPORTUNIDADES, MAS EU NÃO ME CHAMO VIDA"


Tragam-me a lista telefónica. 



Para quem tiver um rabinho pequenino e estiver num aperto

Quem anda na Relva, molha-se


Monday, July 9, 2012

Caloteiro...

Relvas tinha-se matriculado em Novembro de 1995 no primeiro ano do curso de Relações Internacionais, mas logo no fim de Janeiro já tinha as propinas em atraso.

A Corporação (filme, 2003): O que é e porque temos de matar uma todos os dias


Baseado no livro de Joel Bakan (A Corporação: Procura Patológica Pelo Poder e Lucro) e escrito por este, por Harold Crooks e Joel Achbar, é um documentário que analisa o fenómeno das empresas multinacionais, da sua génese, há 150 anos, à propagação, tal como a conhecemos. Com a narração de uma agradável mas automatizada voz feminina (de Mikela J. Mikael), associável a filmes retro-futuristas, as corporações são analisadas do ponto de vista jurídico, político, económico, social e ambiental, através de um acompanhamento histórico e apreciativo. Ou, como única conclusão possível, depreciativo.
Inicialmente, as corporações foram concebidas como organismos económicos, criadas com estatutos claros e um prazo de existência limitado ao cumprimento de um objectivo público específico, como a construção de uma ponte, extinguindo-se assim que a obra era concluída. Mas, os advogados corporativistas aproveitaram a aprovação da 14ª Emenda à Constituição dos EUA, de essência anti-esclavagista (tornava ilegal a privação a qualquer pessoa da sua vida, liberdade e propriedade), para invocarem que as corporações, sendo pessoas jurídicas, deviam beneficiar desses mesmos direitos, como qualquer particular.
Contudo, as corporações não são pessoas normais. Imortais e sem consciência moral, o seu objectivo exclusivo é o lucro. A qualquer preço. Praticam a exploração dos seres humanos (de forma especialmente cruel, em países subdesenvolvidos) e manifestam uma total indiferença pela sua situação, pagando os salários mais baixos e ameaçando com despedimentos. Essa exclusiva preocupação em garantir os mais baixos custos conduz ao desinteresse sobre tudo o resto, nomeadamente as consequências ambientais que provocam, derivadas da poluição e toxicidade com que degradam a biosfera.
Como apenas respondem perante os accionistas, as corporações concebem a obediência à lei, não como uma obrigação, mas de acordo com o binómio custo/lucro, isto é, se não compensa pagar as coimas pelos abusos. Actualmente, está provado que a indústria petroquímica, desde os anos 1940, contaminou o ar e a água ao ponto de ser responsável por cancros e defeitos em fetos humanos, riscos que as corporações conheciam, mas trivializaram, mentindo e encobrindo os dados.
Importa sossegar a opinião pública, filtrando a informação difundida pelos media, calando reportagens e comprando canais de notícias, que passam a fornecer versões branqueadas da realidade. Os media são, actualmente, corporações ao serviço de interesses privados. Sem esquecer a vertente da publicidade, através da qual manipulam o público, começando pelas crianças, na criação de uma cultura da futilidade: o indivíduo é transformado num consumidor sem intelecto. Com o recurso a psicólogos, para maior controlo e eficiência, pois claro.
Uma das ideias mais interessantes, e de lógica irrefutável, é a de que a corporação, enquanto pessoa, só pode ser vista como um psicopata: escraviza, polui e envenena, sem consciência ou remorsos. Através do recurso ao Manual de Diagnóstico e Estatística de Doenças Mentais, o filme é capaz de identificar cada um dos elementos característicos de psicopatia no comportamento das corporações. Um exemplo diabólico pode ser visto na Bolívia, onde o Banco Mundial condicionou a ajuda financeira à privatização da água, chegando ao cúmulo de ilegalizar a acumulação de água da própria chuva. E não foi só a privatização da água, mas a das companhias petrolíferas, telefónicas, ferroviárias e aéreas. As corporações dão-se bem com os governos tirânicos, porque se revêem neles.
Filme de valor inestimável, A Corporação não esquece ainda os lobbies políticos, que servem para aprovar medidas corporativistas, ou o jugo das farmacêuticas sobre a saúde mundial, pela patente dos produtos activos de cura, actualmente num cúmulo que lhes permite a propriedade do genoma humano. Originalmente com 450 horas de filmagens e 70 entrevistas (Michael Moore, Noam Chomsky, Ray Anderson, Milton Friedman, directores de multinacionais, etc) nas mãos, os realizadores conseguiram transformar o produto final num eloquente testamento à Humanidade.
Crítica gentilmente cedida pelo blog Axasteoquê ?!?

Sunday, July 8, 2012

as prioridades do governo

As parcerias público-privadas são a forma de gestão mais ruinosa do Estado, mas o PM só fala em poupar através de mais impostos e menos despesa no SNS e na educação. O que é que ainda não conseguimos ver?

2DG: Matrioska



    • Ricardo Moura hahaha Foi isso que me lixou da última vez
      July 4 at 9:20pm · 

    • Uma Amiga lolol deixaste cair o cerebro?? :P lolol olha a mim ja me aconteceu varias vezes...nada como usar capacete :p
      July 4 at 9:22pm · 

    • Ricardo Moura Não propriamente, mas esqueci-me de que há o que se diz e há o que se ouve
      July 4 at 9:25pm · Edited ·  · 1

    • Uma Amiga Grande Verdade Ricardo e também há o que se diz e o que afinal se queria dizer...que muitas vezes é bem diferente... :p
      10 hours ago · 

    • Ricardo Moura Então e quando explicas o que quiseste dizer com as palavras que usaste, a interlocutora indica ter compreendido, mas mais tarde atira-te à cara aquilo que disseste, mantendo a interpretação inicial, como se ignorasse ou preferisse ignorar que tudo tem um contexto...
      10 hours ago ·  · 1

    • Uma Amiga pois... nao sei amigo...tens que falar com a interlocutora ...lolol e essa nao sou eu :p lololol no mundo dos adultos tudo se pode resolver a conversar... :) pelo menos assim se espera não é?! :)
      10 hours ago · 

    • Ricardo Moura Isso é partindo do princípio de que ambos são adultos :P
      10 hours ago ·  · 1

    • Uma Amiga lolol Poiiiissss... quando não são não há dialogo possivel né?! Move On ...
      10 hours ago · 

    • Ricardo Moura Pois, senão é falar para o boneco :D
      10 hours ago ·  · 1

    • Uma Amiga Ou para a boneca no teu caso :P
      10 hours ago · 

    • Ricardo Moura No meu caso, foi bonequinha :D
      10 hours ago ·  · 1

    • Uma Amiga Lolol então? era uma boneca pequenina?! ;)
      10 hours ago · 

    • Ricardo Moura Quanto mais penso no assunto, mais me parece que era uma matrioska...
      9 hours ago · 

    • Uma Amiga Lolol
      9 hours ago · 

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